Amarelinha do Geoparque
Apresento a vocês: A Amarelinha do Geoparque!
Esse projeto foi realizado em conjunto com minha grande amiga, a Lavinea, no Centro Educacional da UFTM em outubro de 2025.
Sou extremamente feliz por ter tido a oportunidade e a confiança para preencher esse espaço, tendo a liberdade criativa para colocar nele um pouco de mim. Marcando a minha passagem enquanto aluna e como artista. O processo não foi fácil, foram várias tardes trabalhando debaixo de sol intenso, mas conseguimos! Tivemos que refazer o esboço três vezes por causa da chuva, levei um banho de tinta amarela, nos bronzeamos de formas estranhas, pisaram muitas vezes na tinta fresca, chorei de raiva, e enfrentamos muitos problemas burocráticos - mas sou grata, é engraçado como o tempo passa e faz a gente esquecer da maioria das coisas ruins.
Passar por tudo isso se tornou mais leve, já que pude contar com a companhia e parceria de uma amiga. Dividíamos as tardes pintando, revezávamos o guarda-chuva para nos esconder do sol e fazíamos pausas para comer porcarias e conversar sobre qualquer coisa - afirmo que teria sido muito chato e muito difícil fazer tudo isso sozinha.
Realizar essas pinturas na UFTM, sendo esta a segunda, representam uma parte especial da minha jornada em que a arte deixou de estar somente em um pedaço de papel guardado na minha casa. Isso me faz lembrar de uma história de que, quando eu era criança, tentei reproduzir na parede do meu quarto a pintura da Rapunzel olhando as lanternas flutuantes - e deu errado. Virou um grande borrão roxo quando tentei consertar, mas o erro não importou, pois isso seria somente o começo da minha trajetória. A arte é e sempre foi, minha! Essa história existe para me lembrar da criança que fui, forjada para se tornar a mulher que sou.
Me enche de felicidade lembrar de tudo que fiz, de que cada papel que pintei até aqui, era tudo parte da construção de quem sou.








